História

Cruzeiro do Iguaçu Fundação: 26 de abril de 1990 Lei de Criação nº.      9.232/90

Instalação: 1º de janeiro de 1993 Habitantes: 4.278 (IBGE - contagem 2010) Área territorial: 161 km

 

Apoio Historiador: Marcos Geraldo Witeck

 

 

 

Da Origem à Emancipação

 

A ocupação definitiva do Estado do Paraná aconteceu a partir de 1930.    A região do Sudoeste que faz parte do Território do Iguaçu, e esta dentro da faixa de fronteira, Terra do Governo, começou a receber seus primeiros posseiros na década de 30 a   40. Ninguém recebera o título de propriedade, devido a este fato, ocorreu em 1957, o movimento social da Revolta dos Posseiros. Em Cruzeiro do Iguaçu, não há registro de incidentes, e sim, apenas algumas pessoas que se deslocaram a Dois Vizinhos e a Francisco Beltrão, para participar das concentrações.

Em 1936, O senhor Atanásio da Cruz Pires, morador de Barro Preto, hoje Coronel Vivida, vindo do Estado de Santa Catarina, com a intenção de cultivar cana- de-açúcar e frutas cítricas, em especial laranjeiras. Passou então a procurar um lugar apto para o cultivo destas culturas.

Partindo de Vista Alegre pelo Rio Chopim, numa canoa, após dias de viagem, chegou numa região de saltos e cachoeiras, onde parou e aportou. Construiu um casebre e voltou para Barro Preto buscar sua família, considerando o local ideal para o plantio de frutas, até hoje conhecido como Laranjal do Pires, na Foz do Chopim. O acesso mais  rápido e prático de comunicação e chegada ao local de mata cerrada, que futuramente passaria a chamar de Cruzeiro do Iguaçu. Logo em seguida, pelo mesmo caminho, chega Felipe Gaudinski, conhecido por Filipão, foragido da justiça.

A região, coberta de mata, foi preciso rasgá-la para abrigar os primeiros moradores que vinham em busca de terras férteis e dum futuro promissor `a família. O acesso foi construído aos poucos. Abriram-se picadas, carreiros, tiram sítios e demarcaram território. Foram as novas alternativas de acesso e deslocamentos que facilitaram a chegada de novos moradores na expectativa de conseguir um futuro melhor para família.

Para sustento da família, o morador utilizava-se do que a natureza oferecia em abundância numa região coberta de mata nativa: A caça e a pesca, com isso iam conhecendo o território e a ele atribuindo suas nomeações, algumas históricas.

Na primeira “descoberta” Seu Atanásio percebeu a existência de um rio, bem próximo àquele que lhe trouxe a região. Denomino-os de Dois Vizinhos, já que estes rios eram os seus únicos vizinhos, sendo o Rio Chopim e o Rio Iguaçu. Com a abundância de caça, o morador passou a tirar couro dos animais e vender em Vila Nova, hoje Pato Branco, utilizando-se para isso o transporte fluvial. No local da venda, identifica-se como morador de Dois Vizinhos, já que a abundância de couro despertava a atenção dos compradores, fato esse que atraiu caçadores e fez com que chamassem a região de Dois Vizinhos.

O nome Rio Canoas, que estabelece a divisa dos municípios de Cruzeiro do Iguaçu e Boa Esperança do Iguaçu, é fruto do encontro de uma timbaúva na barra do rio, da qual seu Atanásio, farquejou-a e construiu uma canoa com doze(12) metros de comprimento e um metro de largura. Da parte que compunha o revezo da galhada fez o bico e da parte das raízes fez a proa, de modo que a canoa ficou resistente impedindo as rachaduras, tanto na ponta como no leme. A canoa tinha capacidade para transportar duas carroças de milho, isto é, doze bolsas em espigas. Devido a este fato, se condicionou a denominação do Rio Canoas.

Durante a caçada de um dia de duração, foram mortas 12 antas e aproveitou-se apenas o couro, a carne fora jogada na água. Desse episódio, surge o Rio Doze Antas afluente do  Rio Canoas.

Numa época de muita chuva, o seu Atanásio acompanhado de seus filhos: Joaquim, Ricardo e Antônio, seguiram pela costa dos rios Iguaçu e Chopim, até a barra do atual Rio Divisor. Naquele local permaneceram por vários dias, não se sabendo exatamente quantos, sem pegar caça e pesca alguma. Nessa passagem o velho patriarca disse aos filhos: - “Esse local é tão miserável que nem caça e pesca dá! A partir de hoje, matamos somente a caça que podemos comer”. Seu Atanásio considerou aquele episódio, um castigo pela morte das doze antas lançadas ao rio. Em razão desse acontecimento nomeou o rio de Miserável e mais tarde, com a chegada de outros moradores, que se estabeleceram as suas margens, formando o “Povoado Miserável”. Que, com a emancipação de Pato Branco e Francisco Beltrão, na década de 1950, o rio passa denominar-se de Rio Divisor, dividindo os dois municípios. Como, também, alterando o nome do povoado que surgira a sua margem esquerda, território pertencente à Francisco Beltrão.

Seu Atanásio se apossou de um território de cerca de 8.060 hectares, compreendidos entre a barra do Rio Chopim, descendo á barra do Rio Canoas e subindo até o Rio Miserável (atual Divisor). Seu “império” perfazia mais de 50% do território do município de Cruzeiro do Iguaçu. Decorrido quatro ou cinco anos, chegou o segundo morador, o seu Felipe Gaudinski, que fugiu do Rio Grande do Sul, após envolver-se numa briga. Refugiado na mata, sem saber para onde ir, escondeu-se sem ser visto, dentro do taxo do alambique que estava carregado em um caminhão de mudanças que vinha para o Paraná. Seguindo mata a dentro encontrou-se com seu Atanásio, do qual comprou um pedaço de terra, estabelecendo-se neste local, que mais tarde fora denominado “Vila do Rosário”; hoje submersa pelas águas do lago de Salto Caxias.

O terceiro morador foi o seu Graciliano Tertuliano Dias, conhecido por João Padilha. Este colocou a primeira balsa no Rio Iguaçu, cujo objetivo era efetuar a travessia de cavalos roubados, trazidos do estado de Santa Catarina por dois elementos conhecidos como Gregório Pitoco e Bernardo Caroço e vendidos na colônia do Campo Novo, atual Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul. Em pouco tempo, a polícia de Clevelândia tomou as devidas providências afundando a balsa..

Com a chegada de outros moradores que adquiriam um pedaço de chão, como a família Grassi (1957), Miranda (1955), Vieira e a do seu Ricardo Ferreira, primeiro indivíduo a chegar às terras que pertencem ao perímetro urbano de Cruzeiro do Iguaçu. Foram abertas picadas e dividindo-se áreas de terra – “tirá sítio” -, que passaram a ser vendidos pelos pioneiros, às pessoas que aos poucos, chegavam ao local. Esses sítios eram negociados a base de troca; carroça, armas, animais...

  As condições de vida da população eram precárias, em especial no que diz respeito á dificuldade de acesso a outras regiões. Um fluxo maior de migrantes ocorreu no ano de 1957, vindo muitas famílias da região de Pato Branco, fugindo dos jagunços das Companhias de terra, que resultará na Revolta dos Posseiros.

O Atual território do Município de Cruzeiro do Iguaçu, é formado pelas Gleba Chopim (pertencente a Pato Branco), e Missões (Francisco Beltrão), divididos pelo Rio Divisor, que dava a denominação a localidade. O Divisor (Colônia das Missões) pertencia ao município de Marrecas (Francisco Beltrão), no momento em que foi aberta a primeira estrada de acesso ao local. Nessa oportunidade o chefe de viação e obras (Roberto Grando) nomeou o local de Cruzeiro do Iguaçu, pois achava estranho o nome Divisor/miserável.

Em 28 de novembro de 1960, pela lei nº. 4.245/60, Dois Vizinhos foi emancipado, passando Cruzeiro do Iguaçu a categoria de Distrito Administrativo pela lei nº. 05/65, em 09 de abril de 1965 e pela lei estadual nº. 5.635/67 de 13 de setembro de 1967, a Distrito Judiciário. Momento em que o senhor Daniel Turmina fora nomeado, interinamente, pelo decreto governamental nº. 11.118/68 de 16 de junho de 1968, Escrivão de Paz e anexos do Distrito de Cruzeiro do Iguaçu.

Em 1964, por um período de seis meses, Cruzeiro do Iguaçu pertenceu ao recém-emancipado município de Salto do Lontra, pela lei nº. 4.823/64, de 18 de fevereiro de 1964, ( depois de um movimento feito pela população) momento em que seu povo exigiu a sua volta à Dois Vizinhos. Cruzeiro do Iguaçu, já havia pertencido aos municípios de Francisco Beltrão, Clevelândia, Dois Vizinhos.

Na década de 60, intensificou a chegada de novos moradores, devido à construção da Usina Júlio de Mesquita Filho( inaugurada no governo de Paulo Pimentel, em 30 de janeiro de 1970 e desativada a partir de 15 de julho de 1998, no governo de Jaime Lerner), que hoje se encontra submersa pelo lago de Salto Caxias, e da ponte sobre o Rio Iguaçu, que na enchente de 28 de agosto de 1972 foi derrubada, em seu local surge a segunda, que também acabou caindo na cheia de 09 de julho de 1983. Região marcada pela tragédia do naufrágio da balsa, sobre o Rio Iguaçu, na localidade de Foz do Chopim, em 19 de setembro de 1973. Em 01 de março de 2000, a D M Construtora de Obras, inicia construção da Usina hidroelétrica Foz do Chopim Energética, aproveitando grande parte da estrutura da antiga Usina Julio de Mesquita Filho. A sua inauguração se deu em 11 de outubro de 2001, com a presença do governador Jaime Lerner.

A área urbana de Cruzeiro do Iguaçu, foi definida em 1972, quando a Getsop (Grupo Executivo Para as Terras do Sudoeste do Paraná), traçou as ruas e as 64 quadras, identificadas por letras e números. Só na primeira administração, através da Lei nº 074/94, de 26 de setembro de 1994, foram substituídas as letras das ruas, por nomes de pioneiros e outras denominações. Como, também, fora acrescentado uma nova área de 24.200 m²( Lei nº. 058/94 de 18 de março de 1994), ao perímetro urbano, na qual foram construídas 30 casas da COHAPAR (Companhia Paranaense de Habitação). Somente em 2009, através da Lei nº. 659/09 de 24 de julho de 2009; surge o primeiro loteamento Novo Horizonte, de propriedade da família Bertoldo, localizado na saída para Boa Esperança do Iguaçu. Com uma área de 35.648,07 m², dividido em sete quadras e 64 lotes.

Pela Lei Estadual nº. 9.232/90 de 26 de abril de 1990, publicada no Diário Oficial do Estado do Paraná, nº. 3.252, foi elevado à categoria de município. Em 01 de setembro de 1991, realizou-se o plebiscito de desmembramento, havendo um total de 1.883 cadastrados, apenas 1.791 compareceram as urnas, das quais 1.572 votaram SIM e 188 votos desfavoráveis, 17 votos nulos e 14 brancos, perfazendo um percentual de apuração de 87,77 %. A instalação deu-se em 01 de janeiro de 1993, com a posse do primeiro Prefeito eleito em 03 de outubro de 1992, juntamente com os respectivos Vereadores, no Clube da Associação Atlética Cruzeirense.

Publicado no Jornal de Beltrão, 17/04/2016, pag. 2ª, nº 5.926

 

 

Prefeitos

 

Nome               Partido/Coligação           Gestão                      Votos                    Eleição

 

Luiz Alberi Kastener Pontes

PDT

1993-1996

1.389

03/10/1992

Paulo Sergio Ribas Santiago

PP

1997-2000

1.850

03/10/1996

Paulo Sergio Ribas Santiago

PP

2001-2004

1.767

01/10/2000

Dilmar Turmina

PDT

2005-2008

2.054

03/10/2004

Dilmar Turmina

PDT

2009-2012

1.863

05/10/2008

Luiz Alberi

Kastener Ponres

PMDB

2013-2016

1.683

07/10/2012

Dilmar Turmina

PDT

2017-2020

1.860

02/10/2016

Leonir Gelhen

PSDB

2021-2024

1.483

15/11/2020

 

 

Vice-Prefeitos

 

Nome                         Partido/Coligação      Gestão                        Votos             Eleição

Paulo Sergio Ribas Santiago

PDS

1993-1996

1.389

0 3/10/1992

Paulo Ernesto Cappellesso

PP

1997-2000

1.850

03/10/1996

Luiz Antônio Dall Prá

PFL

2001-2004

1.767

01/10/2000

Luiz Alberi Kastener Pontes

PMDB

2005-2008

2.054

03/10/2004

Luiz Alberi Kastener Pontes

PMDB

2009-2012

1.863

05/10/2008

Reni Kovalski

PT

2013-2016

1.683

07/10/2012

Lourdes Bertoldo

MDB

2017-2020

1.860

02/10/2016

Valdecir r. Kurpel

PSDB

2021-2024

1.483

15/11/2020

 

 

Vereadores - Gestão 1993-1996

 

Nome                                      Partido                                              Votos

Agostinho Vitto

PDS

126

Alcides Vacca *

PDC

90

Antoninho Zucco Pitro Belli

PDC

90

 

Dalmir João Turmina *

PFL

137

José Nilton de Souza *

PDT

104

Moacir Vicente Teixeira

PDS

176

Neudir Antônio Giachini**

PDT

232

Nívio Brezezinski

PT

146

Reni Kovalski

PT

81

*Presidente da Câmara

Suplente que assumiu

 

 

-Marcos Geraldo Witeck(jan:93 a Abril:96) PDT

104

 

-Paulino Gaidzinski(mar:94) PDT

96

 

         

 

Obs.: Houve um acordo político entre os vereadores Alcides e Jose Nilton, um ano cada na presidência. Jose Nilton, presídio a câmara no ano de 1995, e renunciou, assumindo o vice-presidente o vereador Alcides Vacca, no ano de 1996, após, nova eleição.

** O vereador Neudir, se licencia para ocupar a Secretaria de Planejamento e Finança (Decreto nª003/93), no período de 1993-1994 e a Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente( 1994 – 1996),conforme Decreto Nª 200/94, de 02/05/1994. Em seu lugar assume o primeiro suplente Professor Marcos Geraldo Witeck. Que em 23/02/94, teve de se licenciar por 30 dias, devido a um desentendimento político(cassação), em seu lugar assume o segundo suplente Paulino Gaidzinski.

 

Gestão 1997-2000

Nome                                     Partido                                              Votos

Antônio J de Oliveira

PDT

133

Aquilino Macagnan

PMDB

194

Atílio Zaffari

PPB

173

Dalmir João Turmina

PFL

195

Gentil João Bertoldo

PDT

165

Gilson Bertoncello

PSDB

118

Ivani Ceroni

PPB

133

José Nilton de Souza *

PMDB

129

Nívio Brezezinski *

PT

195

*Presidente da Câmara Suplente que Assumiu

Dalva Paz                                                    PDT                                         56

*Observação: O 1º suplente do PDT, Valdecir Deringoski, com 77 votos, e o 2º suplente do PDT,José Rodrigues (Zeca) com 56 votos, não assumiram por não terem interesse ao cargo, bem como, estarem residindo fora do município. Assume o 3º suplente do PDT Dalva Paz.

 

Gestão 2001-2004

Nome                                     Partido                                              Votos

Ari de Oliveira Guedes

PSDB

150

Atílio Zaffari

PPB

133

Dalmir João Turmina *

PFL

166

Gentil João Bertoldo

PPB

125

José França

PFL

132

José Nilton de Souza

PPS

108

Lurdes Bertoldo

PPS

116

Nilza Cardoso Viera

PPB

126

Nívio Brezezinski *

PT

174

*Presidente da Câmara

 

 

Gestão 2005-2008

Nome                                     Partido                                              Votos

Ari de Oliveira Guedes

PDT

149

Eloir Pinto Paz *

PDT

143

Gilson Bertoncello **

PSDB

140

Jairo Ribeiro dos Santos

PMDB

132

José França

PFL

122

Luiz Carlos Freta

PDT

166

Lurdes Bertoldo *

PMDB

138

Reni Kovalski

PT

154

Valdir Refatti

PP

183

*Presidente da Câmara

** Foi caçado pela lei nº. 9.096/90, de 19 de setembro de 1995, capítulo 5º, a partir do artigo 23, que trata sobre a Infidelidade Partidária. (O afastamento se deu em 01/07/070).

Suplente que assumiu

Marcos Geraldo Witeck                         PPS                                            107

Gestão 2009-2012

Nome                                     Partido                                              Votos

Adilson Zaffari*

PSC

130

Atílio Zaffari

PDT

181

Jairo Ribeiro dos Santos **

PMDB

125

Jovania Aparecida Piva

DEM

116

Lídio Bertoldo

PDT

158

Luiz Carlos Fretta *

PDT

159

 

Lurdes Bertoldo

PMDB

206

Reni Kovalski

PT

101

Sadi Francischine

PP

90

* Presidente da Câmara

- Durante os dois primeiros anos, o presidente foi o Ver. Luiz Fretta, o terceiro ano foi o Ver. Adilson Zaffari e o ultimo ano o Ver. Jairo Ribeiro dos Santos. Houve novamente um acordo político....

**Ver. Jairão, licenciou-se para tratamento de saúde(agosto e setembro/2010). Quem assumiria seria o primeiro suplente da Coligação União e Trabalho, Juca Franca, DEM, com 115 votos, que não assumiu por estar exercendo o cargo de subprefeito do distrito de Foz do Chopim. Assume então, o segundo suplente o Sr. Benno Machado, PMDB, com 74 votos.                                   -

-Em, 30/09/2011, Lídio Bertoldo,desfiliou-se do PDT e ingressou(07/10/11) no novo partido do PSD.

-Em maio de 2012, licencia se o Ver. Sadi, em seu lugar assume o suplente e ex-ver. Valdir Reffatti, com 74 votos.

 

Gestão 2013-2016

 

Nome                                     Partido                                              Votos

 

Lurdes Grassi Bertoldo*

PMDB

168

José Bertoldo

PDT

157

Elton Santos Major*

PDT

145

Ari Oliveira Guedes

PDT

142

Silvio Viganó

PSD

149

Idemar Grassi

PSDB

144

Jovânia Aparecida Piva

DEM

134

Flávio dos Santos

DEM

111

José França

DEM

105

* Presidente da Câmara

Suplentes que assumiram:

 

 

- Marlene Costa Gesser(11/11/13-23/01/14)

PMDB

135

- Vilmar Scalcon(08/10/15-07/11/15)

PSB

127

       

 

 

Gestão 2017-2020

 

Nome                                     Partido                                              Votos

Vonei Vacca

PPS

219

Claudinei Pitro Beli

PMDB

216

 

Vilmar Scalcon – Pica pau

PSB

195

Jean Cardoso**

SD

186

Ari Guedes

PDT

166

Sadi Francischini*

PP

160

José Bertoldo - Polaco

PDT

151

Antenor Belletini

PSC

142

Flavio dos Santos*

DEM

131

*Presidente da Câmara

**Cassado mandato pelo Decreto n 008/20, de 30/03/29; Assumiu o Suplente Ricardo Picollotto, do PSC - 108 votos

 

 

Gestão 2021-2024

 

Nome                                     Partido                                              Votos

 

Jean Carlos Cardoso

PSDB

288

Geni L. Boni Pontes

MDB

258

Volnei Rufatto

PDT

217

Anestor dos Santos Silva

PDT

174

Vilmar Scalcon

PSDB

171

Antenor Belletini

PSDB

162

Selvino Pitro belli

PDT

129

Atilio Zaffari

PDT

111

Paulo Richardi*

DEM

104

-*Presidente

 

 

 

 

BIBLIOGRAFIA

 

 FERREIRA, João Carlos Vicente. O Paraná e seus Municípios. 3ª ed. Cuiabá: Memórias do Brasil, 1999.

    Histórico do Município de Dois Vizinhos. Pesquisa SEBRAE – PR 1998.

    Livro de registros de Óbitos: Livro C2, folha 400, termo 997, Cartório de Registro Civil de Dois Vizinhos.

    Livros Tombo – Volume I a V da Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Cruzeiro do Iguaçu – 1972.

    Livros Tombo – da Paróquia Santo Antônio de Pádua, Dois Vizinhos.

    MEURER, Marise – Estudo Sócio Econômico do Município de Cruzeiro do Iguaçu

– Monografia. Francisco Beltrão, Setembro de 1998.

      PAGNONCELLI, Valdir Luiz – História dos 40 anos da Paróquia Santo Antônio de Pádua. Dois Vizinhos – Paraná. Dois   Vizinhos. Artepres, 1999.

     PARANÁ CIDADE, Serviço Social Autônomo. Plano de Uso e Ocupação do Solo Urbano – Cruzeiro do Iguaçu, Curitiba: 1996.

     Plano de Desenvolvimento Agrícola de Cruzeiro do Iguaçu – PDA

     Revista: Dois Vizinhos/PR A pujante força do Sudoeste. Adm. José Ramuski, 1977

– 1982.

      Lendas e Contos Populares do Paraná, coord. Renato Augusto Carneiro, Cadernos Paraná da Gente n 03, pág. 229/30, Governo do Estado do Paraná, Secretaria da Cultura, Curitiba, 2005.

    Arquivo Pessoal do Ex Deputado Dr. Nereu Massignam – Período de 1987 – 1990. Guia do Sudoeste do Paraná: Guia você, coord. Hemógenes Lazier, Ed. Berzon.

Relatório do Impacto Ambiental – Usina Hidroelétrica de Salto Caxias, COPEL, nov. de 1993.

  Diário de Roberto Grando ( 23/ 03/ 21 a 22/ 03/ 05), publicado pelo Jornal de Beltrão.

    Arquivo Pessoal do Professor Marcos Geraldo Witeck: Artigos, fotos, estatística, entrevistas, recortes de jornais, revistas, livros, etc.

Arquivo da Câmara Municipal de Dois Vizinhos - anais, atas, Portarias, e Resoluções.

Arquivo da Câmara Municipal de Cruzeiro do Iguaçu - anais, atas, Portarias, e Resoluções.

Arquivos da Justiça Eleitoral de Dois Vizinhos, dos anos de 1991 (Plebiscito); 1992, 1996, 2000, 2004 e 2008.

Sudoeste do Paraná _ Histôria de Bravura, Trabalho e Fê, Nivaldo Krûger, Ed. Posigraf , 2004

Sudoeste Politico – Ivo Pegoraro, Ed. Jornal de Beltrão, 2014

 

 

 

Autor do texto: MARCOS GERALDO WITECK, professor de Historia Aposentado; ex-vereador, ex-secretário de Educação, ex-diretor do Colégio Estadual Dr. Arnaldo Busato, Ensino Fundamental e Médio, responsável pela implantação do Ensino de 2 grau em Cruzeiro do Iguaçu; formado em Filosofia, UPF, pós-graduado em História do Brasil e Pedagogia Escolar. Prof. PDE 2012 - A Revolta dos Posseiros de 1957 no Sudoeste do Paraná. Membro fundador do Centro de Letras de Francisco Beltrão.

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